8 alimentos anti-idade que deveriam estar em sua dieta

8 alimentos anti-idade que deveriam estar em sua dieta

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Atualizado el10 de abril de 2018, 10:22

Ganha juventude comendo bem

A genética marca como envelhecemos apenas em 25%. Nossos hábitos e da nossa alimentação também influenciam significativamente na nossa aparência e nossa saúde.

Vários estudos têm demonstrado que a forma em que comemos é determinante no envelhecimento. Por exemplo, um estudo da Escola Universitária de Medicina de Duke (EUA), revela que hábitos como manter um peso adequado, reduzir o stress, fazer exercício regular e uma dieta baixa em gorduras, açúcares e sal, e , sobretudo, rica em antioxidantes, são a chave para manter-se jovem por mais tempo.

Como devemos nos alimentar?

Uma boa pista para saber o que sua dieta está te oferecendo os antioxidantes que você precisa é a variedade de cores. E o colorido é uma das características que apresenta a famosa Dieta Mediterrânea.

  • Graças à sua variedade de frutas e legumes, além de peixes, cereais integrais, legumes, nozes e azeite de oliva obtemos essas cores diferentes.
  • E esta alimentação é rica em ácidos graxos monoinsaturados (óleo de oliva) e poli-insaturados Omega 3 (peixes e nozes), vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras que ajudam a reduzir o risco de doença cardiovascular e câncer, protegem as funções cognitivas e, portanto, retardam os efeitos do envelhecimento.

A importância dos antioxidantes

É essencial incluir antioxidantes em nossa dieta, pois são umas verdadeiras jóias anti-idade. Estas substâncias são capazes de bloquear a ação dos radicais livres e, assim, os processos de oxidação que se deterioram o corpo com o passar dos anos e das doenças.

De forma endógena, o organismo conta com seu próprio sistema antioxidante para neutralizar e eliminar essas substâncias nocivas, mas muitas vezes não é o suficiente. Por isso é necessário contar com a ajuda “extra” de uma dieta rica em antioxidantes.

Tenha em conta que os alimentos mais ricos nestas substâncias são as frutas e legumes. Está comprovado que aqueles que seguem uma dieta rica em vegetais protegem sua saúde e até mesmo melhorar seu aspecto físico.

As proteínas adequadas

  • O ideal é que as proteínas que ingerimos são 50% de alto valor biológico, ou seja, as que fornecem todos os aminoácidos essenciais na quantidade certa e que podemos encontrar em ovos, leite, peixes, carnes…
  • Também acordam as proteínas de origem vegetal que, embora sejam de baixo valor biológico, podem complementar-se entre si para obter uma boa proteína, como é o caso da mistura de cereais e legumes. Além disso, as leguminosas, a soja contém fitoestrógenos (estrógenos vegetais) muito recomendáveis, especialmente, durante a menopausa, fase da vida em que o nosso nível de estrogênio é reduzida significativamente.
  • Não há que esquecer os queijos curados e os frutos secos. Os primeiros além de fornecer proteínas são muito ricos em cálcio, o que pode ser tomado com moderação, pois são calóricos) se deseja alternando com as carnes. Os frutos secos, por sua riqueza em Ômega 3, também são uma proteína de grande valor para a nossa dieta.

Os hidratos de carbono que melhor se vão

São a principal fonte de energia do corpo. Isso sim, deve optar basicamente por hidratos de carbono de absorção lenta(cereais integrais e leguminosas) e reduzir o consumo de açúcares refinados, principalmente sacarose, presente em doces, bolos ou bebidas, que contribuem com calorias vazias e podem aumentar os níveis plasmáticos de triglicérides.

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Dieta

A partir dos 40 anos, muitas mulheres tendem a reduzir a ingestão de carboidratos para emagrecer. Não cometa o erro.

  • Reduzir drasticamente os hidratos de carbono da dieta não causa mais do que nervosismo, hipoglicemia relativa (descidas de açúcar) e ataques de fome, com o que você acabou comendo ainda mais. Tenha em conta que, sem hidratos de carbono, o triptofano não é captado pelas células para produzir serotonina, o antidepressivo “interno” imprescindível para manter um bom humor.
  • Quanto à caprichos saudáveis, o chocolate contém ácidos graxos Ômega 3 e magnésio, que favorecem essa captação de triptofano. Por isso, essa necessidade imperiosa de comer chocolate (rico em magnésio) que muitas mulheres experimentam não é fruto apenas da fraqueza, mas de um impulso de fome seletiva que obedece à nossa inteligência biológica. Um impulso que é saudável se for tomado com moderação.

Toma gorduras… das boas

As gorduras são essenciais para um bom funcionamento de nosso organismo, mas há que observar que tomamos.

  • Aconselhamos consumir ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico do azeite de oliva extra-virgem.
  • Também poliinsaturados Ômega 3 (peixes e a maioria dos frutos secos). Essas gorduras têm ação antitrombótica, animal e antiarrítmica.
  • Você deve diminuir as gorduras saturadas (ovo, vaca, cordeiro, carne de porco, embutidos, manteiga, sorvetes, lanches ou refeição). Neste sentido, o colesterol diária não deve exceder 250 mg

Certifique-se o aporte de cálcio e vitamina D

Por último, entre os minerais, cabe destacar que a ingestão de cálcio deve estar em 1.200 mg/dia, e é fundamental manter essa quantidade em especial a partir da menopausa, pois o risco de osteoporose é alto.

Há que garantir o aporte de vitamina D, essencial para o metabolismo do cálcio, levando o sol (com moderação) e consumindo alimentos ricos nesta vitamina. E não se esqueça de que as dietas hiperproteicas diminuem a absorção de cálcio.